Insurgente – Divergente – Livro 2 – Veronica Roth

Insurgente – Livro 2 – Sinopse:

Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Insurgente – Divergente – Livro 2 – Veronica Roth.

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Eu ainda não li todo ele, mas o que eu li, eu posso garantir que é bom, mais segredos estão sendo postos a frente de Tris e mais perigos estão ameaçando=a, assim ela não sabe em quem ela e Tobias podem confiar e onde estarão seguros, eu recomendo bastante para ler,
Bjss Carol!!

Free Four: Tobias Narra a História – 1.5 – Divergente – Veronica Roth.

Free Four:

 

 

                      Free Four: Tobias Narra a História, de Veronica Roth. O conto narra o capítulo 13 do livro Divergente, primeiro da saga homônima, pelo ponto de vista de Tobias, ou melhor, Four.

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Meu Deus, eu preferiria mil vezes mais que os livros fossem narrados pelo Tobias intercalando com Tris, ia ser muito mais divertido, bem fazer o que né?? É bem urtinho, menos de quinze paginas, da pra ler em dez minutos e é super incrivel ter um lado do Tobias novo pra ver, eu nem me imaginava que ele tava pensando isso quando eu li o livro. Eu to chorando de ansiedade, pra quando vai sair o filme,

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Espero que vocês gostem.

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Bjss Carol!!

Divergente – Veronica Roth.

Sinopse – Divergente – Divergente – Livro 1 – Veronica Roth.

Divergente

Sinopse – Divergente – Divergente – Livro 1 – Veronica Roth

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Divergente – Divergente – Livro 1 – Veronica Roth.

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Resenha Pessoal!
Ação, Inteligência e (falsa) Modéstia no Que Há de Melhor!
“Dividiram-se em quatro facções que procuravam erradicar essas qualidades que acreditavam ser responsáveis pela desordem no mundo.[…]
-Os que culpavam a agressividade formaram a Amizade.[…]
-Os que culpavam a ignorância se tornaram a Erudição.[…]
-Os que culpavam a duplicidade fundaram a Franqueza.[…]
-Os que culpavam o egoísmo geraram a Abnegação.[…]
-E os que culpavam a covardia se juntaram à Audácia.”pág. 48Dividir para conquistar foi uma estratégia de Alexandre, o Grande, mas poderia facilmente ser discurso das facções…Divergente foi um livro que me surpreendeu por sua estória de qualidade e ótimos personagens. Eu já tinha lido vááááárias críticas positivas sobre ele, mas me recusei a começar a leitura pensando que esse seria o livro do ano e blábláblá. Enfim, Divergente não é o livro do ano para mim, mas chega perto. Vou evitar entrar em detalhes do enredo nessa resenha, pois desde o início tive surpresas e falar delas pode estragar um pouco a sua leitura depois. (Eu sei que você não vai aguentar e vai ler)

No começo do livro fiquei um pouco apreensiva com Beatrice, conforme via o interior da facção da Abnegação através de seus olhos, não pude evitar o pensamento “Cassia, é você?” Não que eu não goste de Destino (Ally Condie), mas a personagem principal meio que sempre azedou a leitura para mim e por isso tinha medo de encontrar uma irmã perdida dela em Beatrice.

Não dava pra estar mais enganada!

Tris tem HORROR a mostrar suas fraquezas e, apesar de estar acostumada, detesta que todos a julguem incapaz de muita coisa só por seu tamanho. O resultado é uma constante de provações e atos corajosos para mostrar que não é pouca porcaria! O melhor? Tris não é uma idiota que faz coisas inconsequentes e estúpidas como os outros adolescentes, ela está sempre ciente das suas limitações e trabalha para superá-las.

Quer outro “melhor” ainda? A Beatrice não é hipócrita.

Deus sabe o quanto personagens metidos ao próximo Gandhi me irritam. Sendo pisados, enganados e traídos e ainda assim se recusando a admitir que querem ver aquele f#@%#@ se dando mal, muito mal!

A Tris não. Se alguém a machuca, ela revida. Ou no mínimo acha lindo quando revidam por ela.

E tem o Quatro. Assim, se eu tivesse lido esse livro antes, nós não teríamos o Mocinhos de Tirar o Sono, ao invés seria um post de apreciação ao Quatro.

“Ele não é doce, gentil ou especialmente bondoso. Mas é esperto e corajoso e, embora tenha me salvado, tratou-me como uma pessoa forte. Isso é tudo o que eu preciso saber.”

A atmosfera do livro, a agitação, a liberdade, os desafios, é tudo tão empolgante que eu ficava me remexendo toda impaciente, queria muito fazer parte daquilo também! Além de que, respeito autores que matam seus personagens. Respeito ainda mais os autores que tem a coragem de deixarem que você se apegue aos personagens pra depois tirá-los de cena. Isso não é spoiler, é só um aviso para ninguém (tipo, eu) achar que é tudo oba-oba, que o pessoal da Audácia só fica fazendo Le Parkour na cidade, que quem é da Erudição só sabe estudar e estudar, que os integrantes da Amizade não passam de bobos-alegres, que os Franqueza são simplesmente grossos ou que o pessoal da Abnegação é um bando de bananas.

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Bjss Carol!!